sábado, 30 de março de 2013

MINI MODELOS

 
MINI MODELOS NO INTERIOR DE LAMPADAS
 
 
 
 

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   Cojunto de três mini modelos dentro de lâmpadas em que a do lado esquerdo
representa uma nora de tirar água, que era muito utilizada, para a rega das hortas
 (e ainda hoje se vêm  muitas em algumas  zonas de Portugal, principalmente
 no Algave). A do meio representa uma pequena caravela e por último a da direita mostra um barco Viking.
  Como se pode ver não é fácil introduzir objectos tão pequenos dentro de lâmpadas,
e por demais, lâmpadas pequenas.

segunda-feira, 25 de março de 2013

PSEUDO CARAVELA

 
CARAVELA
 
 
 
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   Este modelo a que eu chamo de pseudo caravela foi uma tentativa minha de eu a querer construir a partir de planos feitos por mim, de uma fotografia tirada de uma revista.
 
   A cada um dos lados estão também dois trabalhos feitos com nós de marinheiro, chamados de COXINS, e pela fotografia ter sido tirada sobre fundo branco, não se consegue descortinar.
 
   Prometo que noutra altura voltarei a tirar, sobre um outro fundo, para que se possa distinguir melhor
 
 
 

terça-feira, 19 de março de 2013

CARAVELA PORTUGUESA

 
 
CARAVELA PORTUGUESA
Introduzida dentro de uma lâmpada grande
 
 
 

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  A introdução deste modelo dentro da lâmpada tem pouca história, a não ser que deu bastante trabalho para  metê - la dentro.
  Teve que ser construida cá fora, com quatro pequenos blocos de madeira em forma de paralelepípedos, colados, e que cada um pudesse caber na abertura da lâmpada. Depois foi só trabalhá - la.
  Por fim teve que ser descolados os bocados e introduzir na lâmpada através de pinças e outras ferramentas feitas conforme as necessidades.



domingo, 17 de março de 2013

CARAVELA ESPANHOLA

 
 
 CARAVELA ESPANHOLA
e mais dois bibelots
Um é a casca de uma caracoleta sobre uma base de cortiça
O outro é uma bigorna de ferreiro com o respectivo martelo
 
 
 

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       CARAVELA
  
Sendo um navio ligeiro, com grande número de aplicações a caravela teve também várias derivações relativamente ao plano vélico, ou seja à configuração de mastros e tipos de velas utilizadas.

   No Mediterrâneo e nas navegações das descobertas, tornou - se necessária a utilização da caravela latina ou de velas triangulares, por causa da grande vantagem que aqueles navios apresentavam por puderem "bolinar" com facilidade. Ou seja: Se o navio estivesse em dificuldades e tivesse que voltar para trás, poderia voltar mesmo contra o vento.

   Já em águas onde eram conhecidas as rotas e onde se podia utilizar a vantagem de conhecer exactamente quais os ventos dominantes, a vela latina (triangular) não tinha tanta utilidade porque se a caravela fosse equipada com uma vela quadrada que tinha uma área vélica muito maior (que pelo facto de rodar sobre o mastro principal se chamava pano redondo e leva a que o navio seja apelidade de caravela rotunda ou redonda) poderia aproveitar melhor o vento e ser assim maior, podendo trasportar maior quantidade de carga.

Já no Mediterrâneo, onde muitas vezes a calmaria é total e onde mesmo a caravela latina tinha dificuldade em operar, a caravela redonda de velas rectangulares ou quadradas eram de pouca ou nenhuma utilidade.

   O alegado filho do Duque de Beja, Cristovam Colom, mais conhecido como Cristovão Colombo utilizou este tipo de navio na pequena frota de três navios com que descobriu as ilhas da América Central, e com que posteriormente explorou aqueles territórios americanos.

Fonte: Internete


sábado, 9 de março de 2013

FRAGATA DO TEJO



ESTE MODELO TAMBÉM FOI CONSTRUIDO POR MIM


 
 

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   Utilizada no movimento de carga e descarga dos navios fundeados no porto de Lisboa, a Fragata é uma das mais emblemáticas embarcações do rio Tejo.
   Embarcação de porte bojudo e pesado, deslocava de 10 a 100 toneladas. Armava estai e uma vela grande de carangueja, içada junto ao mastro com acentuada inclinação para ré, porém, em períodos de calmaria, a fragata era puxada à força de remos por um pequeno bote que usualmente levava a reboque.
  
A colorida decoração das anteparas, das câmaras localizadas à proa e à popa, é uma das suas características.
  
O termo genérico "Fragata" era também aplicado de forma comum a diferentes tipos de embarcações que no rio Tejo cumpriam funções similares: a pequenos botes e a faluas, uma espécie de tamanho médio entre o bote e a grande fragata.
  
Por volta de 1940, com o incremento das redes rodoviárias e ferroviárias as Fragatas acabam por sucumbir.

BARCO A VAPOR COM RODAS DE PÁS

 
 
ESTE MODELO FOI CONSTRUIDO POR MIM 
 
 
 
 

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Rodas de pás

   As rodas de pás possuem o formato de uma grande circunferência, com as lâminas ligadas em uma estrutura assemelhada a uma gaiola que atualmente é feita de aço. Uma parte das pás fica submersa.
   A rotação das pás faz com que as mesmas se alternem naquelas que fiquem submersa, produzindo uma força de impulso que pode movimentar a embarcação para a frente e também para trás, se necessário. As rodas de construção mais avançada permitem que as lâminas fiquem próximas da vertical enquanto estão na água, aumentando a propulsão. A roda de pás geralmente é coberta, diminuindo os efeitos dos esguichos da água na embarcação.

Tipos de barcos a vapor com pás

São duas as formas de montar uma roda de pás num navio; pode - se colocar uma única roda na popa do navio ou se colocar duas, uma em cada lado

As rodas únicas geralmente são usadas em barcos fluviais, principalmente nos Estados Unidos da América, onde essas embarcações ainda operam como atrações para os turistas que visitam o Rio Mississippi e alguns outros locais.

As rodas laterais são usadas tanto em barcos fluviais como em embarcações costeiras. Possuem maior capacidade de manobra, pois a força pode ser direcionada para uma roda de cada vez.
 
Fonte: Internete


terça-feira, 5 de março de 2013

Bergantim

              
 
 MODELO DE BERGANTIM CONSTRUIDO POR MIM

 
 

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Bergantim



  O bergantim era o mais subtil e veloz dos navios de remo de traça europeia utilizados pelos portugueses. Equipava com dez a dezanove bancos, apenas com um remador, tendo raramente postiça. Os bergantins podiam ter coxia como os outros navios de remo, mas na maioria dos casos tinham bancos corridos, de bordo a bordo. Armavam com um ou dois mastros que podiam ser abatidos e que envergavam alternadamente pano redondo ou latino. Não era comum que tivessem arrombada de artilharia; a ordenança atribuída pelos oficiais no “Alardo de 1525” cifrava-se em sete peças: um falcão e seis berços. Os bergantins eram navios muito rápidos e manobráveis e nos primeiros tempos da presença portuguesa no oriente tiveram o exclusivo das missões de ligação, reconhecimento e transporte táctico. Mais tarde, parte dessas funções passaram para os catures indianos, ainda mais ligeiros e sem dúvida mais baratos. Os portugueses do século XVI tinham o hábito de destacar um bergantim (pelo menos) para serviço de cada fortaleza importante, particularmente nas zonas onde a presença naval não era significativa nem permanente. Foi assim em Marrocos e na costa oriental de África. Na costa da Índia, a presença de uma grande armada dispensava este apoio nas grandes bases de Cochim e Goa. Nos outros portos, os navios de suporte podiam ser fustas, paraus e catures. Os bergantins portugueses podiam ser equipados com chusmas de bonasvolhas (remadores voluntários ou assoldados) exclusivamente portugueses, que garantiam prestações superiores e se podiam adicionar ao número dos combatentes. O bergantim era também uma embarcação de aparato e cerimónia, sendo um favorito de monarcas e grandes senhores.

Fonte: Internete